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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Retiro Paroquial das Santas Missões Populares, será amanhã na Quadra do CONASA

“Santas Missões Populares para uma Igreja em missão permanente”.


Queridos irmãos Paz e Bem,

Estamos nos aproximando do nosso Retiro Paroquial das Santas Missões Populares que acontecerá nos dias 29 a 31 de janeiro de 2016. Para isso precisamos nos organizar e também nos abrir à partilha para que nosso retiro aconteça. Tendo em vista que seremos em grande número de nossas comunidades de Bacabal e do interior vão acolher os missionários(as) das seguintes comunidades.

Cada missionário deverá trazer: Copo, bíblia, caderno e caneta

Local do Retiro: Quadra do CONASA às 17:00h
Endereço: Rua Magalhães Almeida, 1169 - Centro / Bacabal-MA

As Santas Missões Populares é mutirão, partilha, somos convidados a partilhar a alegria do encontro e do banquete, colocando em comum o que somos e o que temos, assim experimentamos a fraternidade, assim fazemos comunidade! 

Vivamos a alegria de sermos discípulos(a) e missionários(as) de Jesus Cristo, que Maria Nossa Mãe interceda por nossa Diocese em missão


Com minha benção:

Frei Osmar Rodrigues de Jesus, OFM
Pároco

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Santa Sé divulga mensagem para o 50º Dia Mundial das Comunicações Sociais

“Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo” é tema da mensagem divulgada hoje, 22, para o 50º Dia Mundial das Comunicações Sociais. A celebração ocorrerá no dia 8 de maio, domingo que precede a Festa de Pentecostes. No próximo dia 24 de janeiro celebra-se a memória de São Francisco de Sales, patrono dos jornalistas.
O texto escrito pelo papa Francisco está em sintonia com o Jubileu Extraordinário da Misericórdia.  De acordo com o Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, a data quer ser ocasião para refletir sobre as “sinergias profundas entre comunicação e misericórdia”.
O papa explica que “o Ano Santo da Misericórdia” meditará a relação entre a comunicação e a misericórdia. “Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir”, escreveu Francisco. 
Na mensagem, recordou, ainda, a importância do uso correto das redes sociais para a promoção do bem comum. “As redes sociais são capazes de favorecer as relações e promover o bem da sociedade, mas podem também levar a uma maior polarização e divisão entre as pessoas e os grupos”, disse o papa. 
Confira:
Mensagem do Papa Francisco para o 50° Dia Mundial das Comunicações Sociais
“Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo”
Queridos irmãos e irmãs!
O Ano Santo da Misericórdia convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia. Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. O amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
Como filhos de Deus, somos chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da linguagem e das ações da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos. Trata-se de acolher em nós mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende, na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.
A comunicação tem o poder de criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico como no digital. Assim, palavras e ações hão-de ser tais que nos ajudem a sair dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a comunicação.
Por isso, queria convidar todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e reconciliar-se. E isto aplica-se também às relações entre os povos. Em todos estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (“O mercador de Veneza”, Ato IV, Cena I).
É desejável que também a linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. É fácil ceder à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar as pessoas em direção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (...) Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).
Como gostaria que o nosso modo de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! A misericórdia pode ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –, mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres» (Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf. Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.
Alguns pensam que uma visão da sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objetivos. A casa paterna é o lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.
Para isso é fundamental escutar. Comunicar significa partilhar, e a partilha exige a escuta, o acolhimento. Escutar é muito mais do que ouvir. Ouvir diz respeito ao âmbito da informação; escutar, ao invés, refere-se ao âmbito da comunicação e requer a proximidade. A escuta permite-nos assumir a atitude justa, saindo da tranquila condição de espectadores, usuários, consumidores. Escutar significa também ser capaz de compartilhar questões e dúvidas, caminhar lado a lado, libertar-se de qualquer presunção de omnipotência e colocar, humildemente, as próprias capacidades e dons ao serviço do bem comum.
Escutar nunca é fácil. Às vezes é mais cômodo fingir-se de surdo. Escutar significa prestar atenção, ter desejo de compreender, dar valor, respeitar, guardar a palavra alheia. Na escuta, consuma-se uma espécie de martírio, um sacrifício de nós mesmos em que se renova o gesto sacro realizado por Moisés diante da sarça-ardente: descalçar as sandálias na «terra santa» do encontro com o outro que me fala (cf. Ex 3, 5). Saber escutar é uma graça imensa, é um dom que é preciso implorar e depois exercitar-se a praticá-lo.
Também e-mails, SMS, redes sociais, chat podem ser formas de comunicação plenamente humanas. Não é a tecnologia que determina se a comunicação é autêntica ou não, mas o coração do homem e a sua capacidade de fazer bom uso dos meios ao seu dispor. As redes sociais são capazes de favorecer as relações e promover o bem da sociedade, mas podem também levar a uma maior polarização e divisão entre as pessoas e os grupos. O ambiente digital é uma praça, um lugar de encontro, onde é possível acariciar ou ferir, realizar uma discussão proveitosa ou um linchamento moral. Rezo para que o Ano Jubilar, vivido na misericórdia, «nos torne mais abertos ao diálogo, para melhor nos conhecermos e compreendermos; elimine todas as formas de fechamento e desprezo e expulse todas as formas de violência e discriminação» (Misericordiae Vultus, 23). Em rede, também se constrói uma verdadeira cidadania. O acesso às redes digitais implica uma responsabilidade pelo outro, que não vemos mas é real, tem a sua dignidade que deve ser respeitada. A rede pode ser bem utilizada para fazer crescer uma sociedade sadia e aberta à partilha.
A comunicação, os seus lugares e os seus instrumentos permitiram um alargamento de horizontes para muitas pessoas. Isto é um dom de Deus, e também uma grande responsabilidade. Gosto de definir este poder da comunicação como «proximidade». O encontro entre a comunicação e a misericórdia é fecundo na medida em que gerar uma proximidade que cuida, conforta, cura, acompanha e faz festa. Num mundo dividido, fragmentado, polarizado, comunicar com misericórdia significa contribuir para a boa, livre e solidária proximidade entre os filhos de Deus e irmãos em humanidade.
                                                                                                                                                                                          Papa Francisco
Vaticano, 24 de Janeiro de 2016.
 Com informações da Rádio Vaticano.

Paróquia informa: Repasse da CFE 2016 será neste domingo


A Paróquia São Francisco das Chagas promoverá no Centro Paroquial São Francisco das Chagas o encontro para repassar a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 a todas as comunidades, pastorais e movimento da Paróquia, que traz o tema "Casa Comum, nossa responsabilidade” e lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24).

A Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) 2016 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Casa Comum, inspirados na Encíclica do papa Francisco Louvado Sejas meu Senhor , propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.

O encontro teve iniciar às 09:00hs do dia 24 de janeiro no Centro Paroquial São Francisco das Chagas - Bacabal- MA para os representantes dos devidos convidados .

Estarão reunidos representantes de grupos, movimento, comunidades, religiosos e religiosas. O Encontro se estenderá por todo o dia (24/01) encerrando às 16:00hs.


Com informações da Secretaria Paroquial e PASCOM

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Convite: Retiro Paroquial das Santas Missões Populares

“Santas Missões Populares para uma Igreja em missão permanente”.

Bacabal, 21 de janeiro de 2016.


Queridos irmãos Paz e Bem,

Estamos nos aproximando do nosso Retiro Paroquial das Santas Missões Populares que acontecerá nos dias 29 a 31 de janeiro de 2016. Para isso precisamos nos organizar e também nos abrir à partilha para que nosso retiro aconteça. Tendo em vista que seremos em grande número de nossas comunidades de Bacabal e do interior vão acolher os missionários(as) das seguintes comunidades.

Cada missionário deverá trazer: Copo, bíblia, caderno e caneta

Local do Retiro: Quadra do CONASA às 17:00h
Endereço: Rua Magalhães Almeida, 1169 - Centro / Bacabal-MA

As Santas Missões Populares é mutirão, partilha, somos convidados a partilhar a alegria do encontro e do banquete, colocando em comum o que somos e o que temos, assim experimentamos a fraternidade, assim fazemos comunidade! 

Vivamos a alegria de sermos discípulos(a) e missionários(as) de Jesus Cristo, que Maria Nossa Mãe interceda por nossa Diocese em missão


Com minha benção:

Frei Osmar Rodrigues de Jesus, OFM
Pároco

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Vaticano apresenta nesta sexta mensagem do Papa Francisco para Dia Mundial das Comunicações

papa aos jovens1O Vaticano apresenta nesta sexta-feira, 22/01, a mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2016. O tema da mensagem é “Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo”. A data é celebrada sempre no domingo que antecede a Festa de Pentecostes; em 2016, será no dia 8 de maio.

Ainda na sexta-feira, o presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, vai presidir a Santa Missa na Igreja de Santa Maria em Traspontina, na Via da Conciliação em Roma. Estão convidados a participar da celebração todos os profissionais da área de comunicação.
Ambas as atividades – apresentação da mensagem e celebração da Missa – acontecem nesta sexta-feira por ocasião da proximidade ao dia de São Francisco de Sales, celebrado pela Igreja em 24 de janeiro. Ele é o padroeiro dos jornalistas e dos trabalhadores da área de comunicação.

Em comunicado emitido nesta segunda-feira, 18/01, o Vaticano informou que quem vai atender a imprensa na coletiva será o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, o prefeito da Secretaria para a Comunicação, monsenhor Dario Edoardo Viganò, o diretor da TV 2000, Paolo Ruffini, e a professora Marinella Perroni, da Universidade Pontifícia Santo Anselmo, de Roma.
Sobre o Dia Mundial das Comunicações - O Dia Mundial das Comunicações Sociais é a única data instituída pelo Concílio Vaticano II (Decreto Inter Mirifica, 1963), no pontificado de Paulo VI.

No ano passado, a mensagem de Francisco para a ocasião teve relação com as famílias. “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor” foi o tema, indo ao encontro do contexto da época, já que 2015 teve Sínodo dos Bispos sobre Família e o Encontro Mundial das Famílias na Filadélfia, Estados Unidos.
Já em 2016, o tema escolhido pelo Papa está em sintonia com o Ano da Misericórdia, que começou em 8 de dezembro de 2015 e termina em 20 de novembro de 2016.

Papa agradece trabalho dos agentes de segurança no Vaticano - Aqueles que trabalham com a segurança no Vaticano tiveram seu empenho reconhecido pelo Papa Francisco. Dirigentes, funcionários e agentes da Inspetoria de Segurança Pública tiveram uma audiência com o Santo Padre nesta segunda-feira, 18/01, para as felicitações de início de ano.

Francisco disse que o encontro é ainda mais significativo porque tem como contexto o Ano da Misericórdia, evento de grande relevância espiritual e que já acolheu muita gente em Roma. Só neste primeiro mês de ano jubilar, mais de um milhão de peregrinos estiveram em Roma, conforme números divulgados pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização no último dia 9.

“Também vocês, dirigentes, funcionários e agentes de segurança pública são chamados a um empenho para fazer com que as celebrações e os eventos ligados ao Jubileu Extraordinário se desenvolvam de modo regular e profícuo”, disse.

Recordando as celebrações de Natal, Francisco pontuou que o Menino Jesus é o verdadeiro consolador dos corações, a luz verdadeira que ilumina a vida. “Que esta experiência espiritual nos acompanhe durante todo o Ano Santo! Que o Jubileu da Misericórdia seja para todos um tempo forte do espírito, tempo de reconciliação com Deus e com os irmãos”.

O Santo Padre pediu a proteção de Deus para todos os que trabalham em colaboração às outras forças de segurança. E, de sua parte, assegurou a proximidade na oração. “Isso é verdade! Quando saio na Praça, quando vou e venho, rezo por vocês e o faço de coração. E peço, por favor, que rezem por mim, porque este não é um trabalho fácil!”, concluiu o Papa.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Paróquia informa: vendas de passagens para a Ordenação de Frei João Muniz Alves OFM

A Paróquia São Francisco das Chagas, informa pela sua Comissão para Pastoral da Comunicação, que estamos vendendo passagens para a Ordenação Episcopal de Frei João Muniz Alves, OFM, que acontecerá dia 05 de março de 2016 às 17:00h na Associação Cristo Rei no Angelim – São Luís do Maranhão.

Como presidente da celebração, o administrador apostólico da Prelazia do Xingu, dom Erwin Krautler, dom José Belisário da Silva (Arcebispo de São Luís MA) e dom Leonardo Steiner (Secretário Geral CNBB e bispo auxiliar de Brasília).

Em sua vida pastoral como bispo prelado do Xingu – PA, terá como lema episcopal “Louvado Sejas meu Senhor” inspirado no cântico das criaturas feita por São Francisco de Assis.

Á venda de passagens na Secretaria Paroquial São Francisco das Chagas, em horário comercial de Segunda a Sábado no valor de R$ 70,00 reais.

·        SAIDA: às 11:00h em frete a Igreja Matriz São Francisco das Chagas.
·        RETORNO: logo após a celebração às 21:00h em frente a Associação Cristo Rei.


Mais informações na Secretaria da Paróquia São Francisco das Chagas, pelo telefone (99) 3621-1288 ou pelo site www.saofranciscodaschagas.com.br

Vaticano pede respeito aos direitos dos migrantes e refugiados

Por ocasião do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, celebrado no domingo, 17 de janeiro, o Vaticano divulgou mensagem do papa Francisco. O texto, intitulado "Os migrantes e os refugiados nos interpelam: a resposta do Evangelho da misericórdia”, recorda os sofrimentos dos povos que são obrigados a deixar as regiões onde habitam. 
“Neste nosso tempo, os fluxos migratórios aparecem em contínuo aumento por toda a extensão do planeta: prófugos e pessoas em fuga da sua pátria interpelam os indivíduos e as coletividades, desafiando o modo tradicional de viver e, por vezes, transtornando o horizonte cultural e social com os quais se confrontam”, escreveu o papa Francisco.
Confira a mensagem na íntegra:
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O DIA MUNDIAL DO MIGRANTE E DO REFUGIADO 2016
17 de Janeiro de 2016
Os emigrantes e refugiados interpelam-nos. A resposta do Evangelho da misericórdia
 Queridos irmãos e irmãs!
Na bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia recordei que «há momentos em que somos chamados, de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na misericórdia, para nos tornarmos nós mesmos sinal eficaz do agir do Pai» (Misericordiae Vultus, 3). De facto, o amor de Deus quer chegar a todos e cada um, transformando aqueles que acolhem o abraço do Pai noutros tantos braços que se abrem e abraçam para que todo o ser humano saiba que é amado como filho e se sinta «em casa» na única família humana. Deste modo, a ternura paterna de Deus, que se estende solícita sobre todos, mostra-se particularmente sensível às necessidades da ovelha ferida, cansada ou enferma, como faz o pastor com o rebanho. Foi assim que Jesus Cristo nos falou do Pai, dizendo que Ele Se inclina sobre o homem chagado de miséria física ou moral e, quanto mais se agravam as suas condições, tanto mais se revela a eficácia da misericórdia divina.
Neste nosso tempo, os fluxos migratórios aparecem em contínuo aumento por toda a extensão do planeta: prófugos e pessoas em fuga da sua pátria interpelam os indivíduos e as coletividades, desafiando o modo tradicional de viver e, por vezes, transtornando o horizonte cultural e social com os quais se confrontam. Com frequência sempre maior, as vítimas da violência e da pobreza, abandonando as suas terras de origem, sofrem o ultraje dos traficantes de pessoas humanas na viagem rumo ao sonho dum futuro melhor. Se, entretanto, sobrevivem aos abusos e às adversidades, devem enfrentar realidades onde se aninham suspeitas e medos. Enfim, não raramente, embatem na falta de normativas claras e praticáveis que regulem a recepção e prevejam itinerários de integração a breve e a longo prazo, atendendo aos direitos e deveres de todos. Hoje, mais do que no passado, o Evangelho da misericórdia sacode as consciências, impede que nos habituemos ao sofrimento do outro e indica caminhos de resposta que se radicam nas virtudes teologais da fé, da esperança e da caridade, concretizando-se nas obras de misericórdia espiritual e corporal.
Na base desta constatação, quis que o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2016 fosse dedicado ao tema: «Os emigrantes e refugiados interpelam-nos. A resposta do Evangelho da misericórdia». Os fluxos migratórios constituem já uma realidade estrutural, e a primeira questão que se impõe refere-se à superação da fase de emergência para dar espaço a programas que tenham em conta as causas das migrações, das mudanças que se produzem e das consequências que imprimem novos rostos às sociedades e aos povos. Todos os dias, porém, as histórias dramáticas de milhões de homens e mulheres interpelam a comunidade internacional, testemunha de inaceitáveis crises humanitárias que surgem em muitas regiões do mundo. A indiferença e o silêncio abrem a estrada à cumplicidade, quando assistimos como expectadores às mortes por sufocamento, privações, violências e naufrágios. De grandes ou pequenas dimensões, sempre tragédias são; mesmo quando se perde uma única vida humana.
Os emigrantes são nossos irmãos e irmãs que procuram uma vida melhor longe da pobreza, da fome, da exploração e da injusta distribuição dos recursos do planeta, que deveriam ser divididos equitativamente entre todos. Porventura não é desejo de cada um melhorar as próprias condições de vida e obter um honesto e legítimo bem-estar que possa partilhar com os seus entes queridos?
Neste momento da história da humanidade, fortemente marcado pelas migrações, a questão da identidade não é uma questão de importância secundária. De facto, quem emigra é forçado a modificar certos aspectos que definem a sua pessoa e, mesmo sem querer, obriga a mudar também quem o acolhe. Como viver estas mudanças de modo que não se tornem obstáculo ao verdadeiro desenvolvimento, mas sejam ocasião para um autêntico crescimento humano, social e espiritual, respeitando e promovendo aqueles valores que tornam o homem cada vez mais homem no justo relacionamento com Deus, com os outros e com a criação?
De facto, a presença dos emigrantes e dos refugiados interpela seriamente as diferentes sociedades que os acolhem. Estas devem enfrentar factos novos que podem aparecer imprudentes se não forem adequadamente motivados, geridos e regulados. Como fazer para que a integração se torne um enriquecimento mútuo, abra percursos positivos para as comunidades e previna o risco da discriminação, do racismo, do nacionalismo extremo ou da xenofobia?
A revelação bíblica encoraja a recepção do estrangeiro, motivando-a com a certeza de que, assim fazendo, abrem-se as portas a Deus e, no rosto do outro, manifestam-se os traços de Jesus Cristo. Muitas instituições, associações, movimentos, grupos comprometidos, organismos diocesanos, nacionais e internacionais experimentam o encanto e a alegria da festa do encontro, do intercâmbio e da solidariedade. Eles reconheceram a voz de Jesus Cristo: «Olha que Eu estou à porta e bato» (Ap 3, 20). E todavia não cessam de multiplicar-se também os debates sobre as condições e os limites que se devem pôr à recepção, não só nas políticas dos Estados, mas também nalgumas comunidades paroquiais que veem ameaçada a tranquilidade tradicional.
Diante de tais questões, como pode a Igreja agir senão inspirando-se no exemplo e nas palavras de Jesus Cristo? A resposta do Evangelho é a misericórdia.
Em primeiro lugar, esta é dom de Deus Pai revelado no Filho: de facto, a misericórdia recebida de Deus suscita sentimentos de jubilosa gratidão pela esperança que nos abriu o mistério da redenção no sangue de Cristo. Depois, a misericórdia alimenta e robustece a solidariedade para com o próximo, enquanto exigência de resposta ao amor gratuito de Deus, que «foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo» (Rm 5, 5). Aliás, cada um de nós é responsável pelo seu vizinho: somos guardiões dos nossos irmãos e irmãs, onde quer que vivam. O cultivo de bons contatos pessoais e a capacidade de superar preconceitos e medos são ingredientes essenciais para se promover a cultura do encontro, onde cada um esteja disposto não só a dar, mas também a receber dos outros. De facto, a hospitalidade vive do dar e receber.
Nesta perspectiva, é importante olhar para os emigrantes não somente com base na sua condição de regularidade ou irregularidade, mas sobretudo como pessoas que, tuteladas na sua dignidade, podem contribuir para o bem-estar e o progresso de todos, de modo particular quando assumem responsavelmente deveres com quem os acolhe, respeitando gratamente o patrimônio material e espiritual do país que os hospeda, obedecendo às suas leis e contribuindo para os seus encargos. Em todo o caso, não se podem reduzir as migrações à dimensão política e normativa, às implicações econômicas e à mera coexistência de culturas diferentes no mesmo território. Estes aspectos são complementares da defesa e promoção da pessoa humana, da cultura do encontro dos povos e da unidade, onde o Evangelho da misericórdia inspira e estimula itinerários que renovam e transformam a humanidade inteira.
A Igreja coloca-se ao lado de todos aqueles que se esforçam por defender o direito de cada pessoa a viver com dignidade, exercendo antes de mais nada o direito a não emigrar a fim de contribuir para o desenvolvimento do país de origem. Esse processo deveria incluir, no seu primeiro nível, a necessidade de ajudar os países donde partem os emigrantes e prófugos. Assim se confirma que a solidariedade, a cooperação, a interdependência internacional e a distribuição equitativa dos bens da terra são elementos fundamentais para atuar, em profundidade e com eficácia, sobretudo nas áreas de partida dos fluxos migratórios, para que cessem aquelas carências que induzem as pessoas, de forma individual ou coletiva, a abandonar o seu próprio ambiente natural e cultural. Em todo o caso, é necessário esconjurar, se possível já na origem, as fugas dos prófugos e os êxodos impostos pela pobreza, a violência e as perseguições.
Sobre isto, é indispensável que a opinião pública seja informada de modo correto, até para prevenir medos injustificados e especulações sobre a pele dos emigrantes.
Ninguém pode fingir que não se sente interpelado pelas novas formas de escravidão geridas por organizações criminosas que vendem e compram homens, mulheres e crianças como trabalhadores forçados na construção civil, na agricultura, na pesca ou noutros âmbitos de mercado. Quantos menores são, ainda hoje, obrigados a alistar-se nas milícias que os transformam em meninos-soldados! Quantas pessoas são vítimas do tráfico de órgãos, da mendicidade forçada e da exploração sexual! Destes crimes aberrantes fogem os prófugos do nosso tempo, que interpelam a Igreja e a comunidade humana, para que também eles possam ver, na mão estendida de quem os acolhe, o rosto do Senhor, «o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação» (2 Cor 1, 3).
Queridos irmãos e irmãs emigrantes e refugiados! Na raiz do Evangelho da misericórdia, o encontro e a recepção do outro entrelaçam-se com o encontro e a recepção de Deus: acolher o outro é acolher a Deus em pessoa! Não deixeis que vos roubem a esperança e a alegria de viver que brotam da experiência da misericórdia de Deus, que se manifesta nas pessoas que encontrais ao longo dos vossos caminhos! Confio-vos à Virgem Maria, Mãe dos emigrantes e dos refugiados, e a São José, que viveram a amargura da emigração no Egito. À intercessão deles, confio também aqueles que dedicam energias, tempo e recursos ao cuidado, tanto pastoral como social, das migrações. De coração a todos concedo a Bênção Apostólica.
Vaticano, 12 de Setembro – Memória do Santíssimo Nome de Maria – do ano 2015.
Francisco
Com informações e imagem da Santa Sé. 

XXIV Curso de Formação Missionária reúne participantes de várias regiões do nordeste do Brasil

Com o tema “Missão e Cooperação Missionária”, o XXIV Curso de Formação Missionária teve início no dia 15 de janeiro, na cidade de Bacabal (MA), no Centro Franciscano de Animação Missionária (Cefram). Cerca de 46 participantes, vindos das regiões de Zé Doca (MA), Bacabal (MA), São Luís (MA), Piripiri (PI), Pinheiro (MA), São Raimundo Nonato (PI), Balsas (MA), Caxias (MA), Brejo (MA), Teresina (PI) e São Paulo participaram do evento.

O animador do Conselho Missionário Regional (Comire), Matias, da diocese de Coroatá foi o responsável por ambientar os participantes no primeiro dia do curso. Na ocasião, o frei e coordenador do Cefram, Claudio Santos explicou aos alunos a importância do curso de formação missionária para a evangelização da vida e missão da igreja.

Ainda durante o encontro, os participantes foram instruídos sobre o andamento do curso, os horários das missas diárias e os deveres e responsabilidades dos grupos de trabalhos. Os alunos também aprenderam sobre as experiências missionárias e a organização da dimensão missionária da igreja no Brasil.

A missa de abertura do evento aconteceu na Igreja Matriz de São Francisco das Chagas e foi presidida pelo bispo da diocese de Bacabal e colaborador para a Missão Além-Fronteiras, dom Armando Martín Gutiérrez e concelebrada pelo Ministro Provincial dos Franciscanos do Maranhão e Piauí, frei Bernardo, e pelos freis Claudio Santos, Osmar Rodrigues e pelo vigário Jaredi, participante do curso.

Curso de Formação Missionária

Promovido pelo Conselho Missionário Regional do Maranhão (COMIRE-MA) e o Centro Franciscano de Animação Missionária (CEFRAM), o curso de Formação Missionária é assessorado pelo padre Sidnei Marco Dornelas e é uma oportunidade de aprofundamento da vocação cristã e da dimensão missionária da igreja, à luz dos documentos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM). Neste sentindo, procura unir a reflexão da teoria com a prática, através de momentos de vivências grupais, experiências significativas e atividades missionárias.

Com informações e foto do Cefram

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Regional Nordeste V promoverá Escola de Animação Vocacional

Com o objetivo de capacitar,  através do estudo, da reflexão e partilha de experiências, animadores e animadoras vocacionais, em vista do serviço às vocações na e para a Igreja no Brasil, de modo que a dimensão vocacional se torne, cada vez mais uma ação conatural e essencial à missão evangelizadora das cristãs e dos cristãos que animam as comunidades, o Regional Nordeste V / CNBB promoverão em 2016 a Escola de Animadores e Animadoras Vocacionais. 

Objetivos Específicos:
- Estudar e aprofundar a antropologia, a teologia e a eclesiologia das vocações.
- Desenvolver através do estudo em grupo e oficinas, uma metodologia para o Itinerário vocacional, a fim de propiciar adequado planejamento do Serviço de Animação Vocacional.
- Oportunizar e solidificar experiências da espiritualidade da Animadora e do Animador vocacional, para que tenham ânimo e fortaleza no Serviço de animação Vocacional.

Público Alvo:
A ESPAV contempla a participação de leigos e leigas, consagradas e consagrados e os Ministros Ordenados (diáconos, padres e bispos) que efetivamente desenvolvem a PV/SAV

Critérios de Participação:
Estar atuando na Comunidade Eclesial, na PV/SAV.
Pessoa que tenha clareza de sua própria vocação/missão na Igreja.
Ter disposição para acompanhar o ritmo da ESPAV proposto em módulos, bem como realizar as atividades inerentes à Escola.
Ser uma pessoa consciente do chamado/envio/missão da Igreja local ou Instituto a que pertence

O 1º MÓDULO VAI SE REALIZAR NOS DIAS : 18 À 21 DE MAIO DE 2016
INÍCIO ÀS 08:00H E ENCERRAMENTO ÀS 12:00H

1ª Etapa da Escola Vocacional:
Vocação Pessoal e cristã.
Vocação específica e seu desenvolvimento
Características culturais e sociais que influenciam a resposta vocacional.
Assessor: Pe. Sival
Local: Centro Missionário Franciscano (CEFRAM)
Bacabal – MA
Taxa de Inscrição: 150,00
Diária do CEFRAM: 75,00
Inscrições até dia 05 de maio de 2016

Coordenadora do SAV RN5 : Ir. Ísis Ubalda de Carvalho
Tel: (99) 3621 1000
(99) 3621 1280
(99) 98135 5378
(99) 98820 0085

Os demais Módulos vão se realizar nos próximos 3 anos

Conteúdo Programático
1º Módulo Antropologia da Vocação
- Vocação pessoal e cristã.
- Vocação especifica e seu desenvolvimento.
- Características culturais, psicológicas e sociais que influenciam a resposta vocacional.

2º Módulo Teologia e Eclesiologia da Vocação
- Teologia da Vocação
- Eclesiologia da Vocação
- Espiritualidade da Animação Vocacional encarnada no hoje da vida

3º Módulo Itinerário Vocacional
- Processo do Acompanhamento Vocacional
- Desafios, princípios e pressupostos presentes no Serviço de Animação Vocacional
- Elementos diversos no processo do Itinerário Vocacional

4º Módulo Metodologia e Planejamento no SAV
- Diagnóstico da realidade social e eclesial na ótica vocacional
- Metodologia do processo de planejamento participativo
- Oficinas de elaboração e apresentação do planejamento no SAV