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sábado, 21 de novembro de 2015

Apresentação do cartaz da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 – CFE 2016

A inspiração do autor para a criação do material que nortearás os trabalhos deste ano foi inspirado no Livro de Amós, capítulo cinco, versículo 24: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24).

Anderson Augusto de Souza Pereira é o autor do cartaz da Campanha da Fraternidade 2016. De forma objetiva, Anderson conta como se inspirou para criar o material que norteará os trabalhos em 2016, tendo como tema o ecumenismo. Abaixo, as explicações sobre sua inspiração quando da criação do material que traduz em imagens o chamamento que a campanha requer que é o Cuidado da Casa Comum:

Explicação do Cartaz da CFE 2016

A arte do Cartaz

“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24).

Este foi o versículo que inspirou o processo de criação do cartaz dessa Campanha da Fraternidade Ecumênica.
Assumir a responsabilidade com a Casa Comum exige uma profunda mudança no estilo de vida e nos valores que orientam nossa ação. Nosso modelo de sociedade está baseado no consumo e na aparência. Para suprir essas necessidades, sacrificamos a Casa Comum, que é o espaço em que habitamos.

Nem sempre estamos atentos para atitudes simples, por exemplo, o descarte correto do lixo, ligar nossas casas às redes de esgoto, cuidar da água, entre outras. A falta desses cuidados fere a Criação, de forma que, no lugar de flores, jardins e frutos diversos vemos esgoto a céu aberto, rios poluídos e monoculturas. A diversidade da criação de Deus desaparece.

A terra alegre fica triste. No entanto, a fé em Jesus Cristo nos anima a assumirmos o cuidado com a Casa Comum como resposta ao amor incondicional que Deus oferece a cada um e cada uma de nós. Assumir esse compromisso reacende a esperança de um novo céu e uma nova terra onde habitam a justiça e o direito.

É isso que expressa o rosto da mulher em destaque no cartaz. Queremos que as mudanças dos paradigmas e valores que nos orientam nessa sociedade de consumo transformem o rio poluído em água cristalina e habitado por muitos peixes, a terra seca em uma terra renovada e abundante. Com essa transformação, poderemos dançar e celebrar a esperança de que o projeto da Casa Comum não terá fim, mas continuará por gerações e gerações

Fonte: Portal Kairós

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Nota de pesar pelo falecimento do sanfoneiro Patrício Gomes de Sousa

Cumpre-nos a triste tarefa de comunicar à sociedade bacabalense, e em especial ao povo católico particularmente de nossa Paróquia São Francisco das Chagas, o falecimento do Sr. Patrício Gomes de Sousa , na noite deste domingo (15), vítima de choque elétrico.

O sanfoneiro Patrício era um amante da música e membro ativo do movimento cultural bacabalense. Na foto abaixo ele aparece ao lado da também talentosa, cantora Diana Tomaz, no antigo Restaurante Colher de Pau, único espaço dedicado exclusivamente para as apresentações dos artistas locais, e que tinha à frente a multifacetária Janete Valéria.

A Paróquia São Francisco das Chagas - Matriz de Bacabal manifestam, por esta nota o seu pesar, rogando a Deus pelo amparo de sua alma e o consolo de sua família.



“Todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá”. (Jo 11:25-26)

Frei Osmar Rodrigues de Jesus, Ofm
Pároco

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

CNBB manifesta solidariedade à arquidiocese de Mariana

Diante da tragédia ocorrida em Bento Rodrigues, subdistrito de Mariana, no dia 5 de novembro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) presta solidariedade ao arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha, e às famílias vítimas do rompimento das barragens. Na nota, a Presidência da entidade lamenta o fato e espera que haja  "rigorosa apuração das responsabilidades" e  "mudanças necessárias na legislação quanto à mineração, para que tal situação nunca mais se repita".
Confira a íntegra do texto:
Nota de solidariedade à arquidiocese de Mariana
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB se solidariza com a Arquidiocese de Mariana – MG, na pessoa de seu pastor, Dom Geraldo Lyrio Rocha, e com as famílias que perderam seus entes queridos, suas casas, seus meios de sustentação, seu ambiente de vida, por causa do rompimento das barragens de rejeitos da atividade mineradora, no distrito de Bento Rodrigues, que estendeu incalculável destruição a comunidades e cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo. Este sentimento é extensivo às outras dioceses do Regional Leste 2 que também sofreram as consequências desta tragédia.
Se a contemplação da imensidão do “lago de rejeitos” destas barragens, antes do rompimento, já revelava um cenário de morte, onde nada permanecia vivo, pior e mais dolorosa é, e continuará sendo por muitos anos, a visão desoladora da devastação da vida de pessoas, de animais, de plantas, e do comprometimento de um rio que, até então, era portador de vida.
“O custo dos danos provocados pela negligência egoísta é muitíssimo maior do que o benefício econômico que se possa obter”... “Por isso, não podemos ser testemunhas mudas das gravíssimas desigualdades, quando se pretende obter benefícios significativos, fazendo pagar ao resto da humanidade, presente e futura, os altíssimos custos da degradação ambiental” (Papa Francisco, Laudato Sì, 36).
Nossa voz se junta às vozes que gritam pela rigorosa apuração das responsabilidades e pelas mudanças necessárias na legislação quanto à mineração, para que tal situação nunca mais se repita.
Desejamos ser uma presença de fé e esperança junto às famílias e comunidades que sofrem a consequência dessa catástrofe. Deus lhes conceda o consolo da fé e a fortaleza de ânimo, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.
Brasília-DF, 11 de novembro de 2015

   Dom Sergio da Rocha  
Arcebispo de Brasília-DF
           Presidente da CNBB         
               
Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de S. Salvador da Bahia-BA
 Vice-Presidente da CNBB

                                          
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário-Geral da CNBB

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Paróquia São Francisco das Chagas: Semana Paroquial do Dízimo


Entre os dias 08 a 15 de novembro será realizada a Semana Paroquial do Dízimo em nossa Paróquia São Francisco das Chagas. O tema será “Investindo em discípulos missionários”.
As atividades serão realizadas em nível de comunidades, que no qual a paróquia faz uma cobertura de mais de 70 comunidades de toda a zona urbana tanto na zona rural, em quatro encontros, tendo como base o livro sobre o assunto.
O Dízimo é uma ferramenta importantíssima para o nosso crescimento no exercício da Fé, pois nos permite transformar em ato concreto todo nosso desejo de crescimento espiritual e desapego das coisas materiais.
Através do Dízimo nossas comunidades podem se organizar, planejar e desenvolver aquilo que desejam e necessitam, pois todos colaboram de forma organizada e sistemática.


Arte: Lourival Albuquerque
Semana Paroquial do Dízimo 2015

sábado, 7 de novembro de 2015

Papa: bons samaritanos em defesa da vida

O Papa Francisco recebeu, nesta sexta-feira (06/11), no Vaticano, os participantes da 35ª Conferência dos Centros de Ajuda para a  Vida.
O encontro se realiza em Roma, até o próximo dia 8, e reúne pessoas da Cidade Eterna e de outras partes da Itália, que debatem sobre o tema “Histórias de amor imenso”.
“Vocês estão aqui para participar da conferência nacional e renovar mais uma vez o compromisso de defender e promover a vida humana”, frisou Francisco, incentivando os membros do Movimento pela Vida a prosseguirem na obra em favor da vida desde a concepção até a morte natural.
Pobres
“A vida humana é um dom que deve ser protegido das várias formas de degradação. O trabalho que vocês realizam não é somente um serviço social. Para os discípulos de Cristo, ajudar a vida humana ferida significa ir ao encontro das pessoas carentes, colocar-se ao lado delas e assumir a sua fragilidade e dor para que possam se reerguer”, disse ainda o Papa. 
Feridas
“Quantas famílias são vulneráveis por causa da pobreza, da doença, da falta de trabalho e casa! Quantos idosos carregam o peso do sofrimento e da solidão! Quantos jovens desanimados, ameaçados por dependências e outras escravidões, que esperam reencontrar a confiança na vida! Estas pessoas, feridas no corpo e na alma, são o ícone daquele homem do Evangelho que, percorrendo o caminho de Jerusalém a Jericó, caiu nas mãos de assaltantes que lhe arrancaram tudo, e o espancaram. Ele experimentou a indiferença de alguns e depois a proximidade do bom samaritano”, sublinhou o pontífice.
Indiferença
“Também em nosso tempo existem muitos feridos por causa dos assaltantes de hoje, que tiram das pessoas não somente os seus pertences, mas também a sua dignidade. Diante da dor e necessidades de nossos irmãos indefesos, alguns se viram para o outro lado ou vão adiante, enquanto outros param e respondem ao seu grito de ajuda.”
Bom samaritano
O Santo Padre disse que o Movimento pela Vida, em seus quarenta anos de atividades, procurou imitar o bom samaritano. “Diante das ameaças contra a vida humana, vocês se aproximaram do outro e trabalharam para que na sociedade não sejam excluídos e descartados aqueles que vivem em condições precárias”, destacou o Papa.

Maternidade
“O número relevante de mulheres, sobretudo imigrante, que procura os seus centros mostra que quando é oferecido um apoio concreto, a mulher é capaz de fazer triunfar dentro de si o sentido do amor, da vida e da maternidade”, disse ainda Francisco.
O pontífice concluiu seu discurso, desejando que o Ano Santo da Misericórdia seja para os membros do Movimento pela Vida estímulo e renovação interior. (MJ)

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Papa: triste ver padres e bispos apegados ao dinheiro

Bispos e sacerdotes vençam a tentação de “uma vida dupla”, a Igreja deve servir aos outros e não servir-se dos outros”. Esta é uma das passagens da homilia do Papa Francisco na manhã desta sexta-feira (6/11), na Casa Santa Marta. O Pontífice chamou atenção para os “carreiristas, apegados ao dinheiro”.

Servir, servir-se. O Papa desenvolveu a sua homilia sobre dois personagens de servos, apresentados na liturgia do dia. Antes de tudo, a figura de Paulo que “se doou todo ao serviço, sempre” para terminar em Roma “traído por alguns dos seus” e terminando por ser “condenado”. De onde vinha a grandeza do Apóstolo dos Gentios, se pergunta o Pontífice. De Jesus Cristo e “ele se orgulhava de servir, de ser eleito, de ter a força do Espírito Santo”.

Era o servo que servia, reiterou, “administrava, lançando as bases, ou seja, anunciando Jesus Cristo” e “nunca parava para ter a vantagem de um lugar, de uma autoridade, de ser servido. Ele era ministro, servo para servir, não para servir-se”:

“Eu digo-vos quanta alegria tenho, eu, que me comovo, quando alguns padres vêm a esta missa e me cumprimentam: ‘Oh padre, vim aqui para encontrar os meus, porque há 40 anos sou missionário na Amazónia’. Ou uma religiosa que diz: ‘Não, eu trabalho há 30 anos num hospital em África’. Ou quando encontro uma irmãzinha que há 30, 40 anos trabalha na sessão do hospital com os portadores de necessidades especiais, sempre sorridente. Isto se chama servir, esta é a alegria da Igreja: ir além, sempre; ir além e dar a vida. Isto é aquilo que Paulo fez: servir”

No Evangelho, continuou o Papa, o Senhor nos mostra a imagem de outro servo, “que em vez de servir os outros se serve dos outros”. E, sublinhou, “lemos o que fez este servo, com quanta astúcia se moveu, para permanecer no seu lugar”.

“Também na Igreja, há aqueles que em vez de servir, de pensar nos outros, de estabelecer as bases, se servem da Igreja: os carreiristas, os apegados ao dinheiro. E quantos sacerdotes, bispos vimos assim. É triste dizer isso, não? A radicalidade do Evangelho, do chamamento de Jesus Cristo: servir, estar ao serviço de, não parar, ir ainda mais longe, esquecendo-se de si mesmo. E o conforto do status: eu atingi um status e vivo confortavelmente sem honestidade, como os fariseus de que fala Jesus, que passeavam pelas praças, para serem vistos pelas pessoas”.

Duas imagens, destacou Francisco: “Duas imagens de cristãos, duas imagens de sacerdotes, duas imagens de religiosas. Duas imagens”. Jesus, reiterou o Papa, “nos faz ver esse modelo em Paulo, esta Igreja que nunca está parada, que sempre cria bases, que vai sempre para a frente e nos faz ver que esse é o caminho”.

“Mas quando a Igreja é morna, fechada em si mesma, também muitas vezes mercantil, não se pode dizer, que é uma Igreja que ministra, que está ao serviço, mas sim que se serve dos outros. Que o Senhor nos dê a graça que deu a Paulo, o ponto de honra para ir sempre para a frente, sempre, renunciando às próprias comodidades tantas vezes, e nos livre das tentações, dessas tentações que, são fundamentalmente, as tentações de uma vida dupla: apresento-me como ministro, como quem serve, mas no fundo eu me sirvo dos outros”.

Fonte: Rádio Vaticana

O dízimo na Igreja Católica


Muitos padres e fiéis católicos acham difícil falar sobre este assunto, principalmente por causa das deturpações que tantos verdadeiros mercadores da fé vêm promovendo nos últimos anos, usando meia dúzia de passagens bíblicas como arma para extorquir e explorar pessoas simples e sem instrução. É muito simples usar textos isolados da Bíblia para justificar qualquer ideia, e o próprio Satanás usou das Escrituras para tentar nosso Senhor Jesus Cristo, dizendo: "Está escrito..." (Mt 4,1-11, Mc 12,13 e Lc 4,1-13). Assim enriquecem, cada vez mais, os falsos profetas. O significado verdadeiro do dízimo, porém, é justo e verdadeiramente cristão.

Nos tempos do Antigo Testamento, a Lei de Moisés prescrevia o pagamento obrigatório de 10% dos rendimentos do fiel (pagos na forma de bens e mantimentos, principalmente produtos agrícolas) para manter a tribo de Levi e os sacerdotes, responsáveis pela manutenção do Tabernáculo e depois do Templo, já que eles não podiam possuir heranças e territórios. Esses mantimentos eram também usados para assistir aos órfãos, viúvas e pobres em suas necessidades. Depois da destruição do Templo (no ano 70 dC), a classe sacerdotal e os sacrifícios cessaram, e os rabinos passaram a recomendar que os judeus prestassem auxílio aos mais necessitados.

Por ser Cristo o Supremo Sacerdote, consumou o sacerdócio levítico com todas as suas leis, dízimos e costumes, como esclarece o Apóstolo São Paulo na Carta aos Hebreus (Hb 7,1-28): "Com efeito, mudado o sacerdócio, é necessário que se mude também a lei" (Hebr 7, 12). Mais adiante, o mesmo santo Apóstolo arremata: "Com isso, está abolida a antiga legislação, por causa de sua ineficácia e inutilidade" (Hb 7,18).

Hoje, o dízimo é uma doação regular e proporcional aos rendimentos do fiel, que todo batizado deve assumir. É uma forma concreta que o cristão tem para manifestar a sua fé em Deus e o seu amor ao próximo, pois é por meio dele que a Igreja se mantém em atividade, sustenta seus trabalhos de evangelização e realiza muitíssimas obras de caridade e assistência aos menos favorecidos. Pelo dízimo, podemos viver as três virtudes mais importantes para todo cristão: a fé, a esperança e o amor-caridade, que nos levam mais perto de Deus. O dízimo é um compromisso. Representa a nossa vontade de colaborar, de verdade, com o Projeto Divino neste mundo.

A palavra “dízimo” significa “décima parte”, e a sua origem está nos 10% que os judeus davam de tudo o que colhiam da terra com o seu trabalho. Também hoje todos são convidados a oferecer, de fato, a décima parte daquilo que ganham, mas isso não é um preceito: ninguém é obrigado e ninguém deve ser constrangido a fazê-lo. O importante é entender que o dízimo não é esmola. Deus, que jamais nos priva da nossa liberdade, merece a doação feita com alegria. - O que é doado de boa vontade faz bem a quem dá e a quem recebe!


O que é preciso para ser dízimo?

Cada pessoa deve definir livremente, sem tristeza nem constrangimento, qual percentual dos seus ganhos irá separar para o dízimo. Como visto, a Igreja não exige a doação de 10% de tudo o que você ganha. Porém, para ser considerado dízimo, é preciso que seja realmente um percentual, isto é, uma porcentagem dos seus ganhos, sendo no mínimo 1%. Se alguém ganha R$ 1.000,00 e oferece R$ 10,00, isto ainda pode ser considerado dízimo. Menos do que isso, porém, seria uma oferta.

A experiência pastoral comprova: aqueles que, confiantes na Providência Divina, optaram pelo dízimo integral, isto é, pela doação dos 10% de tudo o que ganham, não se arrependeram nem sentiram falta em seus orçamentos: ao contrário, muitos dizimistas dão o seu testemunho: depois que passaram a contribuir com a Igreja e a comunidade dessa maneira, passaram a se sentir especialmente abençoados: Deus não desampara os que nele confiam.

Mas isso não quer dizer que devemos dar o dízimo esperando "ganhar em dobro", nem receber algo em troca, como se pudéssemos barganhar com Deus. Aqueles que ensinam tais coisas nada entendem de cristianismo, não compreendem o contexto bíblico e menos ainda o significado departilha, tão presente na Igreja primitiva. 

Jesus Cristo diz que há mais bem-aventurança em dar do que em receber (At 20, 35). Dar pensando no que se receberá de volta, portanto, não é dar, é negociar, é trocar, é barganhar. Só é possível dar, no sentido cristão, quando não se espera nada em troca.

A entrega do dízimo normalmente é mensal, porque a maioria das pessoas recebe salário todo mês. Já os que recebem semanalmente, por exemplo, podem combinar de entregá-lo uma vez por semana. O importante é saber que o dízimo deve ser entregue na comunidade com a mesma regularidade com que se recebem os ganhos regulares.

Já as ofertas são doações espontâneas, com as quais o fiel também pode e deve participar da vida em comunidade, mas nesse caso não existe a regularidade, como no caso do dízimo. - Você pode e deve doar na hora do ofertório, durante as Missas, ou fazer depósitos nas caixas de coleta, mas não se trata de um compromisso fixo assumido com Deus, e sim de uma manifestação de amor e de confiança.

Cada vez mais católicos se conscientizam da importância do dízimo e das ofertas. É bom encontrar as igrejas limpas, bem equipadas, com tudo funcionando bem... Mas, infelizmente, muitos se esquecem de que, para isso, todos precisam colaborar! Somos a Família do Senhor, e cada templo da Igreja é uma casa de todos nós. A Igreja conta com o seu desejo de viver em Cristo, de assumir de fato o papel e a missão de ser, junto com seus irmãos de fé, membro de um mesmo Corpo: aceite o chamado de nosso Pai Eterno e diga sim ao compromisso de levar adiante os trabalhos evangelizadores da sua paróquia. Informe-se sobre como se tornar um dizimista e faça bem a sua parte.

“Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama a quem dá com alegria.” (2Cor 9,7)

Arte: Lourival Albuquerque
Semana Paroquial do Dízimo 2015

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Como todas as quartas-feiras, o Papa compareceu na Praça São Pedro para presidir a audiência geral. No encontro, estavam presentes cerca de 20 mil pessoas entre turistas, romanos e peregrinos. Francisco explicou que está meditando sobre as conclusões da Assembleia Sinodal encerrada em 25 de outubro e anunciou que o tema de sua catequese seria o “treinamento do dom e do perdão recíproco” nas famílias. Para o Papa, sem este mútuo perdão nenhum amor pode durar no tempo.
Citando a oração do Pai Nosso – “Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido” – Francisco disse que “no dia-a-dia, não faltam ocasiões em que nos comportamos mal e somos injustos com os outros. Então, o que temos de fazer é procurar imediatamente curar as feridas que causamos porque, se adiarmos demais, tudo se torna mais difícil”.
Reiterando um conceito que já expressou no passado, lembrou a importância de “não terminarmos o dia sem se desculpar, sem fazer as pazes entre os casais, com os filhos, os irmãos... e entre nora e sogra!”:
“Se aprendermos a pedir desculpas rapidamente e a doar o perdão recíproco, as feridas se cicatrizam, o matrimônio se fortalece e a família se torna uma casa sempre mais sólida, que resiste aos abalos de nossas pequenas e grandes maldades. Para isso, não é necessário fazer grandes discursos... é suficiente um carinho e tudo acaba... e depois recomeça... mas nunca terminem o dia em guerra, entenderam? E quando aprendemos a viver assim em nossas famílias, o faremos também fora, em qualquer lugar”. 
“Muitos pensam e dizem que o dom e o perdão são palavras bonitas, mas impossíveis de pôr em prática. Graças a Deus, não é assim! Na verdade, é recebendo o perdão de Deus que somos capazes de, por nossa vez, perdoar aos outros. Por isso, Jesus nos faz repetir estas palavras todos os dias, quando rezamos o Pai-Nosso. As famílias cristãs podem ajudar muito a sociedade atual e a própria Igreja. Por isso desejo que, no Jubileu da Misericórdia, as famílias descubram de maneira nova e mais profunda o tesouro do perdão recíproco”.   
Neste sentido, o Papa assegurou às famílias cristãs que “se forem capazes de caminhar com decisão no caminho das Bem-aventuranças, aprendendo e ensinando a perdoar-se reciprocamente, aumentará também em toda a família da Igreja a capacidade de testemunhar a força renovadora do perdão de Deus”. 
E concluindo, disse desejar que “no Jubileu da Misericórdia, as famílias redescubram o tesouro do perdão recíproco. Rezemos para que as famílias sejam sempre mais capazes de viver e construir caminhos concretos de reconciliação, aonde ninguém se sinta abandonado no peso de suas ofensas”.
Com esta intenção, o Papa pediu a todos que rezassem com ele o Pai Nosso.
Encerrada a catequese, leitores fizeram resumos das palavras de Francisco em várias línguas. Ao grupo de poloneses presentes na Praça, foi lembrado que domingo (08/11) a Igreja em seu país celebrará a Jornada de Solidariedade com a Igreja perseguida, promovida pela Fundação ‘Ajuda à Igreja que Sofre’ e a Conferência Episcopal Polonesa. E que este ano, a ajuda espiritual e material será dirigida aos cristãos na Síria. “Que sua obra de oração e solidariedade alivie e suporte os irmãos e irmãs que sofrem por Cristo no Oriente Médio e em todo o mundo”. 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Em meio a grande celebração, Diocese de Bacabal comemora seus 47 anos



Com a posse do primeiro bispo – Dom Pascásio -, em 01.11.1968, estava oficialmente instalada a Diocese de Bacabal há 47 anos.

Milhares de pessoas reuniram-se neste domingo e primeiro dia do mês de novembro para celebrar esse aniversário no largo da Catedral Diocesana de Santa Teresinha em uma Missa presidida por Dom Armando e concelebrada pelos demais padres da cidade.

Logo no início, o bispo diocesano manifestou sua alegria em celebrar mais um aniversário da diocese, destacando especialmente a presença de dois frades menores que desde a instalação da diocese trabalham incansavelmente pela evangelização destas terras: Frei Evaldo Dimon e Frei Heriberto.

A celebração solene marcou também o fim da peregrinação da imagem de Nossa Senhora Aparecida, que durante todo o mês de outubro percorreu os municípios que compõem esta Igreja Particular. Já na cidade de Bacabal, a imagem peregrina foi entronizada solenemente, sob os aplausos e manifestações de carinho do povo ali presente. Recebida com festa, pôde participar deste grande momento de alegria!

Entre as várias motivações daquele grande encontro, além do aniversário da diocese, estavam também o aniversário de 2 anos da ordenação dos diáconos permanentes, que também foi lembrado pelo bispo: “Aqui estão presentes a grande parte dos diáconos permanentes, que são sinais da bênção de Deus que se faz servo”. Também recordou-se a vida e o trabalho dos consagrados, que neste ano receberam especial menção na Igreja: “Também temos presentes os religiosos e religiosas que com seus carismas, com seus serviços concretos no meio do nosso povo, fortaleceram, ajudaram e levaram a vida de Jesus sobretudo aos necessitados”, disse Dom Armando.

Referindo-se àqueles que nos antecederam no céu, o prelado ainda falou da santidade, a qual todos somos chamados: “Celebramos de modo especial a santidade, para a qual todos são chamados: os bispos, os padres, os religiosos, os leigos, as famílias, os jovens, as crianças! Todos são chamados a esta vocação. Por isso Jesus nos fala no Evangelho: “Sede perfeitos como é perfeito nosso Pai”. Então é um chamado, uma missão, uma identidade que estará sempre em nossa caminhada de fé. Muitos de nós pode pensar: ‘Eu posso ser santo? Eu que tenho minhas fragilidades, problemas, fragilidades?’ Sim! Aqui vivemos em meio às fragilidades e depois de mortos, seremos plenamente glorificados no Senhor. Mas desde já construímos com nossas forças, orações, sacrifícios, com coisas extraordinárias. Devemos desmistificar essa idéia de que santos são pessoas fora do comum. Todos nós, batizados, salvos por Cristo, recebendo o Espírito Santo de Deus, todos podemos ser santos, apesar das nossas fragilidades”.


Com a participação ativa de todos os fiéis ali presentes, representando principalmente as três paróquias da cidade, a Missa foi muito bem celebrada e entre os vários momentos importantes, cabe destacar a renovação das promessas dos Diáconos Permanentes diante do bispo, do clero e de todo o povo. Após esse momento, foi também lembrado Diácono Almir, falecido no início deste ano; e a renovação dos votos dos ministros extraordinários da Palavra e da Eucaristia da Paróquia Santa Teresinha.

Para finalizar a celebração, os religiosos e religiosas foram chamados à frente e renovaram sua consagração, aos pés da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida.


Fonte e Fotografia: Lourival Albuquerque / Paróquia Sant'Ana e São Joaquim