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terça-feira, 27 de março de 2018

5 dicas para quem vai acompanhar a Procissão do Fogaréu pela primeira vez em Bacabal

(Foto:Jossanna Chaves/Reprodução)
A Procissão do Fogaréu é o tipo de evento que todo bacabalense tem obrigação de conhecer. Tradição na cidade desde 2015, o ritual simboliza a procura e a prisão de Cristo. Cerca de 40 homens encapuzados e com tochas, os farricocos, representam os soldados romanos.
 Embora para algumas pessoas participar da cerimônia seja uma tradição, para outras, esse ano será a primeira vez na procissão. Para salvar os visitantes de primeira viagem de gafes e transtornos, preparamos uma listinha que promete ajudar a aproveitar melhor o evento.
  1. Sapato confortável
 Pode parecer dicazinha clichê, mas é bem comum ver pessoas perdendo sapatos, arrebentando rasteirinhas, machucando o pé e até mesmo caindo durante a procissão. Então, evite sandálias abertas e leve um sapato confortável de preferência que proteja os pés.
  1. Tome cuidado no caminho
 Como falado no item anterior, é bem comum ver acidentes no caminho, muitas vezes isso acontece porque o terreno da Cidade é irregular e para acompanhar os farricocos é necessário que o visitante caminhe de forma mais rápida. Além disso, as luzes do município são apagadas o que dificulta um pouco enxergar o caminho. Logo, todo cuidado se faz necessário.
  1. Tome cuidado com objetos
A Cidade de Bacabal recebe muitos visitantes nesse período por causa da Procissão. Durante o percurso, por causa da quantidade de pessoas, se por acaso um objeto como relógio, celulares caírem no chão pode ser que ele seja pisoteado.
  1. Fique alerta com as tochas
Muito comum nesses eventos, são turistas querendo tirar fotos dos farricocos, o problema é o fogo das tochas podem causar acidentes. Embora os farricocos possuem treinamento para não ficarem próximos as pessoas quando as tochas estão acesas, tome cuidado você também e ajude evitar acidentes .
  1. Leve a sua garrafinha
Pode ser que bata aquela sede quando você está acompanhando a procissão. Se você não quer perder nenhum minuto da cerimônia por causa da vontade de tomar água, leve uma garrafinha e problema resolvido.

(Coordenação Geral 2018)

sexta-feira, 2 de março de 2018

Procissão do Fogaréu: tradição na Semana Santa em Bacabal


Em um país de grandes dimensões – em que mais da metade da população é católica – não é de se estranhar que grandes manifestações religiosas tomem conta da Semana Santa. Em todas as regiões do Brasil, as celebrações são marcadas pelas tradições populares e pela fé no Cristo Ressuscitado.
Uma destas tradições é a procissão do fogaréu, que acontece em várias cidades. Entretanto, no estado do Maranhão, a cidade de Bacabal, a 240 quilômetros da capital, São Luís.
Ao som de tambores e à luz de tochas, tem início a Procissão do Fogaréu. O ritual simboliza a procura e a prisão de Cristo. Cerca de 40 homens encapuzados representam os soldados romanos, carregam as tochas enquanto um coro entoa cantos.

A procissão é acompanhada por aproximadamente 12 mil pessoas. Ela parte da Praça da Igreja Matriz São Francisco das Chagas, passam pelas ruas da cidade e chega novamente a Praça da Igreja Matriz, onde se faz o papel da Crucificação, onde Cristo foi morto na Cruz.

Em seguida, o toque do clarim anuncia que Jesus está morto e se faz um momento de silêncio. É o fim da procissão. Depois disso, o corpo do personagem que representa Cristo, é sepultado dentro da lendária Igreja Matriz.

Apontado como um dos principais eventos religiosos do estado, o espetáculo reúne turistas e moradores. A primeira procissão ocorreu em 2015, quando o pároco de São Francisco das Chagas na época, o frade franciscano Osmar Rodrigues de Jesus, trouxe o costume à cidade.

No dia 28 de março, quarta-feira Santa, a procissão que encena a prisão de Jesus Cristo terá início às 18:30 horas com a iluminação pública apagada, ao som de tambores e apenas com as luzes das tochas acessas.

As tochas estão sendo vendidas na Secretaria da Paróquia ao preço de R$ 10,00 (dez reais).

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Cartaz oficial da IV Procissão do Fogaréu 2018 em Bacabal


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Pároco de São Francisco das Chagas recebe Título de Cidadão Bacabalense


O pároco de São Francisco das Chagas, Frei Osmar Rodrigues de Jesus recebeu, durante sessão solene na noite de ontem na Câmara Municipal, o título de cidadão bacabalense. O projeto é de autoria dos vereadores Natália Duda (MDB) e Reginaldo do Posto (PRP).

A sessão solene foi marcada por forte emoção. Dela participaram, além do familiares do Frei Osmar Rodrigues - pai, mãe e outros parentes, grande números dos seus paroquianos.



Os vereadores Reginaldo do Posto (PRP) e Nathália Duda (PMDB) autores da Lei Promulgada, usaram a tribuna para fazer um breve resumo do trabalho e atuação do pároco em Bacabal, destacando o importante papel que o mesmo desenvolve e sobre a importância da concessão do honraria.


Foram seguidos pelos colegas Dr. Lula (PHS), Jefferson Santos (PC do B), Venâncio do Peixe (PDT), Erivelto Martins (PRB), Professor Maninho (PRB), Manuel da Concórdia (Podemos) e Alberto Sobrinho (PRP), que também enalteceram a biografia de Frei Osmar.


O novo Cidadão Bacabalense, ao usar a Tribuna, se revelou emocionado e agradecido, afirmando que suas responsabilidades, que já eram grandes, agora se multiplicam, assim como o seu extremo respeito pelo município, sua história e seus cidadão. Frei Osmar Rodrigues fez, também, um breve relato sobre sua vida e sobre o trabalho que desenvolve em Bacabal e na Igreja Católica.


Logo após foi celebrada uma Missa em Ação de Graças na Igreja Matriz de São Francisco das Chagas, Paróquia da qual o Frade franciscano é Pároco.


Colaboração e Fotografias: Blog do Abel Carvalho.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Convite: Frei Osmar Rodrigues de Jesus, OFM, receberá Título de Cidadania Bacabalenses

Convite oficial da entrega do Título de Cidadania ao Pároco de São Francisco das Chagas, Frei Osmar Rodrigues de Jesus, OFM. Na oportunidade, logo depois da Entrega do Título, toda a comunidade é convidada para participar da celebração Eucarística na Igreja Matriz São Francisco das Chagas, às 19h.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Reforma litúrgica: participação ativa dos fiéis - parte I

No nosso espaço Memória Histórica – 50 anos do Concílio Vaticano II, vamos continuar a tratar na edição de hoje sobre a reforma litúrgica.
“Cristo, o grande sacrifício na Eucaristia” foi o tema abordado em nosso último programa.
Já neste primeiro programa do ano de 2018, Padre Gerson Schmidt nos apresenta outro aspecto da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, que é a participação ativa dos fiéis na celebração. Vamos ouvir sua reflexão:
“Um dos aspectos importante da reforma litúrgica do concilio Vaticano II é a participação ativa dos fiéis. Para entender bem esse aspecto, acentuado por diversas vezes na Constituição Sacrosanctum Concilium.
Os bispos brasileiros, que tiveram participação no Concilio Vaticano II, apontam que essa participação ativa dos fiéis foi uma das grandes bandeiras firmemente levantadas pelo episcopado brasileiro, por ocasião dos debates nas sessões de aprovação do documento da reforma litúrgica.
A permissão do uso da língua vernácula já trouxe a possibilidade dessa participação mais ativa e consciente, a renovação dos ritos, aclamações e cantos. São inúmeros os textos da Sacrosanctum Concilium que falam dessa participação ativa, inclusive com o título em destaque: “PARTICIPAÇÃO ATIVA DOS FIÉIS”, mais de uma vez no documento.
Já falamos aqui do número 48 que afirma: “Por isso, a Igreja procura, solícita e cuidadosa, que os cristãos não assistam a este mistério de fé como estranhos ou expectadores mudos, mas participem na ação sagrada, consciente, piedosa e ativamente, por meio de uma boa compreensão dos ritos e orações; sejam instruídos na palavra de Deus”. Ou seja: participação da missa consciente, piedosa e ativamente.
Por isso, nós não vamos “assistir” a missa como era a expressão até então, usada antes do concilio, como se a gente fosse a um cinema ou a um teatro muito bem montado. Precisamos participar de maneira consciente, mesmo no silêncio. Também quem celebra não é somente o sacerdote. Somos todos nós.
Por isso é incorreto, na motivação inicial da Santa Missa, o animador dizer: “Vamos receber o celebrante”. O padre não é somente ele o celebrante. Todos celebramos. O sacerdote é o celebrante principal ou o presidente da celebração. É correto dizer simplesmente: “Vamos receber a procissão de entrada com o canto...”.
Nesse prisma, o número 30 e 31 da SC afirma, tendo como título desses dois artigos - “Participação ativa dos fiéis”: 30. Para promover a participação ativa, cuide-se de incentivar as aclamações dos fiéis, as respostas, a salmodia, as antífonas, os cânticos, bem como as ações, gestos e atitudes. Seja também observado, a seu tempo, o silêncio sagrado. 31. Na revisão dos livros litúrgicos, procure-se que as rubricas prevejam também as partes dos fiéis”.